777 Partners protocola petição em processo sigiloso movido por Vasco e SAF contra Almirante

O Club de Regatas Vasco da Gama e a Vasco SAF ingressaram com uma nova tutela cível sob segredo de justiça, tendo a Almirante Participações e Empreendimentos S.A. e outros envolvidos como requeridos. A ação tramita na 4ª Vara Cível e gerou movimentações recentes que chamam atenção pelo envolvimento da 777 Partners, antiga controladora da SAF vascaína.
Segundo apuração do Podcast Cruzmaltino, o juízo proferiu despacho determinando a intimação dos envolvidos no processo, com prazo de 15 dias. Horas depois, o advogado Daniel Mourão Costa, do escritório Dickstein Advogados e representante da 777, protocolou uma petição — embora a antiga controladora não seja parte formal deste incidente. O conteúdo da petição permanece sob sigilo.
Além da movimentação na 4ª Vara Cível, a 777 também apresentou, às 23h33, sua contraminuta ao agravo de instrumento junto à 20ª Câmara de Direito Privado, conforme informou o jornalista José Américo. A Justiça de São Paulo proferiu decisão que pediu regularização processual da 777, segundo documentos divulgados pelo mesmo jornalista.
O conteúdo do processo permanece protegido por segredo de justiça, impedindo o acesso público aos documentos e às razões específicas da ação. Especula-se que a medida possa estar ligada à autorização para a criação de uma nova SAF, à estruturação da UPI Equity ou até ao processo de venda do controle do futebol, mas nenhuma dessas hipóteses foi confirmada oficialmente.
A entrada da 777 Partners no processo, mesmo sem ser parte formal do incidente, levanta questões sobre os interesses da antiga controladora em relação ao futuro institucional da SAF vascaína. A Almirante Participações, empresa requerida na ação, permanece no centro da disputa judicial que pode definir capítulos importantes da reestruturação societária do clube.
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