Beneméritos e Pedrinho alinham discurso contra judicialização
Reunião no dia 3 de julho reuniu presidente e Conselho de Beneméritos. Maioria se posicionou contra intervenção judicial e afastou possibilidade de impeachment. Diretoria reforçou compromisso com transparência.

No dia 3 de julho de 2026, o presidente Pedrinho e o Conselho de Beneméritos do Vasco se reuniram para alinhar posições sobre o conflito interno que levou a disputa à Justiça. Ao final do encontro, o Conselho concluiu que a questão deveria ter sido resolvida internamente e que a judicialização já causa graves prejuízos institucionais, esportivos e de credibilidade ao clube.
A Diretoria Administrativa, representada por Pedrinho, reforçou o compromisso com a transparência nas negociações relacionadas à SAF, especialmente para evitar que os erros cometidos no caso da 777 se repitam. Segundo a nota oficial divulgada pelo clube, esse processo de transparência começaria após a assinatura do Memorando, mas a Diretoria já havia tomado a iniciativa de agendar uma reunião com os presidentes dos cinco poderes do Vasco para dar início ao rito.
O encontro preliminar, no entanto, não aconteceu porque dois dos cinco poderes do clube não puderam comparecer. A ausência impediu o avanço das conversas antes que o conflito ganhasse contornos judiciais.
Durante a reunião com os Beneméritos, prevaleceu o compromisso com o Vasco acima de qualquer divergência interna. A maioria dos beneméritos, em um gesto descrito como de responsabilidade institucional, se uniu à Diretoria na luta contra o que chamaram de intervenção judicial incorreta. Esse posicionamento coletivo afastou a possibilidade de impeachment de Pedrinho, movimento que havia sido ventilado por setores que desejam o retorno dos conselheiros afastados à SAF.
A nota oficial encerra com a frase 'O Vasco unido é imbatível', reforçando a tentativa de pacificação interna e de demonstração de força institucional diante da crise. A reunião foi vista como um passo importante para reestabelecer o diálogo entre os diferentes setores do clube e evitar que a disputa judicial ganhe novos capítulos.
O caso envolve divergências sobre os rumos da SAF vascaína e a forma como as negociações têm sido conduzidas pela Diretoria Administrativa. A memória do episódio envolvendo a 777, grupo que negociou a compra do clube mas não cumpriu compromissos financeiros, segue pesando sobre o processo atual e aumenta a cobrança por transparência.
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