Brasileirão bate recorde histórico de representação na Copa 2026
Competição nacional nunca teve tantos atletas disputando um Mundial. Poder aquisitivo dos clubes e presença de estrangeiros explicam fenômeno que colocou jogadores do Vasco, Flamengo, Atlético-MG e outros em destaque nas seleções.

A Copa do Mundo de 2026 marca um recorde na história do Campeonato Brasileiro. Nunca a principal competição nacional esteve tão representada em um Mundial. O aumento do poder aquisitivo dos clubes brasileiros e a chegada de mais estrangeiros ao campeonato explicam o fenômeno que espalhou atletas do Brasileirão por diversas seleções.
Entre os destaques vascaínos, Jhon Arias sobressai na Colômbia. Titular absoluto no meio-campo de Néstor Lorenzo, o camisa do Vasco teve grande atuação contra Portugal e manteve bom nível geral nos três jogos da fase de grupos. Com a bola, tem liberdade para articular o time ao lado de Puerta e James Rodríguez. Sem ela, defendeu como volante e teve desempenho de destaque nos embates contra Nuno Mendes no duelo com os portugueses.
O companheiro de clube Andrés Gómez teve participação discreta: cerca de dez minutos no fim do jogo contra o Uzbequistão, quando ajudou a melhorar o contragolpe colombiano em momento de pressão adversária. Não recebeu mais chances depois disso.
O Flamengo também tem representantes. Alex Sandro jogou apenas dez minutos pela Seleção Brasileira contra a Escócia, mantendo a segurança pelo lado esquerdo e acertando todos os passes tentados. Léo Pereira e Weverton ainda não foram utilizados por Ancelotti. Já Carrascal segue sem minutos pela Colômbia.
No Atlético-MG, Alan Franco foi titular do Equador nos três jogos, porém atuando diferente do habitual: na lateral-direita, com mais responsabilidades defensivas. Fez Copa de altos e baixos, sem brilhar mas também sem comprometer. Alan Minda foi titular na estreia contra a Costa do Marfim, mostrou intensidade mas pecou tecnicamente e saiu ainda no segundo tempo — não foi mais utilizado. Preciado entrou nos três jogos, geralmente quando a equipe precisava de alguém mais ofensivo na lateral, e correspondeu bem contra Curação e Alemanha. Félix Torres foi acionado apenas nos minutos finais da vitória sobre a Alemanha.
No Corinthians, Memphis Depay perdeu espaço na Holanda após lesão muscular e viu concorrentes fazerem ótima competição. Entrou nos três jogos com média de 20 minutos cada, mas contribuiu pouco e está abaixo do nível de Malen e Brobbey.
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