De Tinoco a Rayan: 20 crias da base vascaína em Copas do Mundo

Quantos clubes brasileiros podem listar 20 jogadores formados na base convocados para Copas do Mundo? A conta é simples: pouquíssimos. O Vasco está nesse patamar, e Rayan acaba de entrar para a seleta lista em 2026.

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Quantos clubes brasileiros podem se orgulhar de ter formado 20 jogadores convocados para Copas do Mundo ao longo da história? A resposta é curta: pouquíssimos. O Vasco da Gama integra esse grupo de elite, e a convocação de Rayan para a Copa de 2026 renova o status da base cruzmaltina como celeiro de talentos para a Seleção Brasileira.

A tradição começa em 1934, com Tinoco representando o clube na segunda edição do Mundial. Em 1950, quando o Brasil sediou a Copa, Alfredo II e Friaça vestiram a Amarelinha. A década de 1950 viu Orlando Peçanha e Vavá marcarem presença em 1958, com Vavá retornando em 1962.

Orlanda Peçanha voltou em 1966, acompanhado por Brito, que repetiu a dose em 1970. Dinamite foi convocado consecutivamente em 1978 e 1982. O ano de 1990 trouxe três nomes de peso: Bismarck, Mazinho e Romário. Mazinho e Romário retornaram em 1994, consolidando a presença vascaína na década mais vitoriosa da Seleção.

A Copa de 1998 contou com Carlos Germano e Edmundo. Depois de 20 anos sem representantes, Philippe Coutinho recolocou o Vasco no mapa mundialista em 2018. Agora, Rayan fecha a lista como o 20º jogador formado em São Januário a receber a convocação.

A lista, compilada por Wesley Curty, evidencia a relevância histórica do departamento de base vascaíno. São quase cem anos de contribuição ininterrupta ao futebol brasileiro, com nomes que vão de pioneiros como Tinoco a talentos contemporâneos como Rayan. Base forte não é slogan — é história documentada.

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Publicado em 18 de maio de 2026

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