Gómez lidera finalizações, dribles e faltas sofridas e decide 5 de 6 confrontos de Copa do Brasil pelo Vasco

Andrés Gómez consolidou-se como o jogador mais decisivo do Vasco em 2026, especialmente na Copa do Brasil. Segundo publicação do perfil NewsColina (@newscolina) no X, o colombiano participou diretamente de gol ou assistência em cinco dos seis confrontos da competição disputados desde sua chegada ao clube. O atacante contribuiu com assistências contra Fluminense (duas vezes), Corinthians e Paysandu, além de marcar gol contra o Vitória. A única exceção foi o duelo contra o Botafogo, quando recém-chegado ao clube disputou apenas 17 minutos no jogo de ida.
Em publicação no X, o Sofascore Brasil (@SofascoreBR) revelou que Gómez lidera o elenco vascaíno em diversas estatísticas ofensivas em 2026. O colombiano é o primeiro colocado em finalizações (110), dribles certos (93), duelos ganhos (223) e faltas sofridas (68). Além disso, aparece em segundo lugar em grandes chances criadas (11) e em terceiro em passes decisivos (52), consolidando seu protagonismo no ataque cruz-maltino ao longo da temporada.
O desempenho do Vasco nas competições de mata-mata contrasta drasticamente com o rendimento no Campeonato Brasileiro. Segundo dados do Sofascore Brasil, o clube apresenta aproveitamento de 64,4% na Copa do Brasil e na Sul-Americana, com oito vitórias em 15 jogos, contra apenas 31,9% no Brasileirão, onde soma cinco vitórias em 23 partidas. A diferença aparece também na defesa: o time sofreu apenas 12 gols nas copas, contra 38 no campeonato nacional, mantendo a meta inviolada em oito ocasiões nas competições eliminatórias e apenas duas vezes no Brasileirão.
Os números ofensivos também evidenciam a disparidade entre as competições. Nas copas, o Vasco precisa de 8,7 finalizações para marcar um gol, enquanto no Brasileirão são necessárias 16,6 tentativas. Na direção oposta, o time concede grandes chances de gol ao adversário numa proporção muito menor nos mata-matas (15 no total) em comparação ao campeonato nacional (49). A eficiência nas finalizações para sofrer gol também favorece as copas: 14,5 finalizações adversárias por gol sofrido contra 7,4 no Brasileirão.
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