Há 100 anos, Vasco enterrava cápsula do tempo em São Januário
Em 6 de junho de 1926, o terreno que daria vida à Colina Histórica recebia uma cápsula com as memórias de uma geração. Um século depois, o gesto simboliza a força da tradição vascaína.

Era 6 de junho de 1926. O terreno ainda virgem que daria origem a São Januário aguardava seu primeiro ritual: o lançamento da pedra fundamental do estádio que seria o coração do Vasco. Naquele dia, antes de o concreto e o aço subirem, uma cápsula do tempo foi enterrada — guardando as memórias, os sonhos e os documentos de uma geração de vascaínos que acreditava no impossível.
Cem anos depois, o gesto simbólico ressoa com força renovada. Conforme divulgado pelo Museu Vasco da Gama em suas redes sociais, a cápsula permanece sob o estádio como testemunho da coragem daqueles pioneiros que transformaram um terreno em São Januário — e São Januário em sinônimo de resistência, glória e identidade cruzmaltina.
Hoje, enquanto o clube caminha para uma nova reforma da Colina Histórica, a lembrança do centenário da pedra fundamental serve como ponte entre passado e futuro. As memórias daquela geração seguem vivas, e novas histórias continuam sendo escritas no mesmo chão sagrado onde tudo começou.
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