Lamacchia corta voo gratuito e Vasco terá que pagar viagem
Primeira consequência prática da disputa jurídica: a empresa aérea Placar, de José Lamacchia, informou que não cederá mais aviões fretados ao clube. Delegação terá que arcar com despesas para enfrentar o Vitória, dia 16.

Quanto custa uma briga política nos bastidores? A resposta pode estar na fatura do voo para Salvador.
A empresa aérea Placar, de propriedade de José Lamacchia, comunicou oficialmente que não cederá avião fretado para levar a delegação vascaína ao confronto contra o Vitória, marcado para o dia 16. A decisão surge como reflexo direto do imbróglio jurídico que envolve o empresário e o clube.
Até então, a Placar cedia aeronaves gratuitamente ao Vasco para voos de maiores distâncias — uma parceria que agora chega ao fim. Com o rompimento, a Vasco SAF terá que arcar integralmente com as despesas de deslocamento para a partida na capital baiana.
A medida representa a primeira consequência prática e visível da disputa que se desenrola na esfera judicial. O recado é claro: enquanto o conflito persistir, o apoio logístico que facilitava a operação do clube em jogos distantes não estará mais disponível.
Agora, além de resolver questões dentro das quatro linhas, a SAF vascaína precisará também colocar no papel os custos extras gerados pela ruptura institucional com Lamacchia.
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