Marino e Cuesta: os vilões da derrota vascaína para o Audax
Na estreia da Sul-Americana, atuações individuais abaixo comprometeram o Vasco, que levou a virada após expulsões polêmicas. Colombiano e lateral-esquerdo recebem as piores notas da partida.

A derrota por 2 a 1 para o Audax, na segunda rodada da Copa Sul-Americana, deixou um gosto amargo em São Januário. Mais do que o resultado, as atuações individuais preocupam e apontam fragilidades que precisam ser corrigidas com urgência.
Marino Hinestroza teve uma noite para esquecer. O atacante colombiano desperdiçou mais uma oportunidade de mostrar serviço: errou passes simples, perdeu dribles bobos e demonstrou estar completamente desconectado do ritmo do elenco. Substituído no intervalo, Marino segue sem conseguir justificar a aposta da diretoria.
Cuesta também pesou no bolso vascaíno. O zagueiro fazia partida discreta até cometer pênalti polêmico e ser expulso — lance que mudou completamente os rumos do jogo. A imprudência de colocar os braços no adversário dentro da área custou caro: com um a menos desde os 34 do primeiro tempo, o Vasco viu o Audax crescer e buscar a virada.
A defesa, aliás, foi um dos setores mais problemáticos. Puma Rodríguez teve atuação dividida: participou do gol de Brenner no ataque, mas deixou rodovias abertas em sua faixa defensiva. Lucas Piton também falhou na recomposição, especialmente no primeiro gol chileno.
No meio-campo, Hugo Moura foi o mais regular, aparecendo bem nas coberturas. JP foi expulso de forma injusta — levou vermelho em lance onde sofreu falta. A arbitragem, mais uma vez, prejudicou o Gigante.
Léo Jardim nada pôde fazer nos gols. Brenner marcou o único do Vasco, mas não foi suficiente. Agora é corrigir os erros e buscar a reabilitação na sequência da competição continental.
Comentários
Nenhum comentário ainda. Seja o primeiro a comentar!