Vasco mira Joaquim por US$ 6 mi, Gabriel Pereira por € 5,5 mi e Raí de graça do Juventude

O Vasco monitora três nomes no mercado de transferências enquanto a diretoria trabalha para reforçar o elenco: os zagueiros Joaquim e Gabriel Pereira, além do meia Raí. Em publicação no X, o perfil VDG-CAST (@VDG_CAST) revelou os valores pedidos pelos defensores especulados no clube. Joaquim tem pedida de 6 milhões de dólares, enquanto Gabriel Pereira é cotado em 5,5 milhões de euros mais 1 milhão de euros por metas batidas. Segundo o perfil, no caso do zagueiro Gabriel Pereira, dá para negociar e baixar um pouco a pedida. Ambos são titulares de seus times, mas dá para fazer negócio, afirma a publicação.
O interesse pelos zagueiros surge em meio à situação incerta de Diego Carlos, conforme apontou o VDG-CAST. Para o Expresso98, o momento exige cautela: o clube está na 18ª posição do Brasileirão com 22 pontos em 21 jogos, aguarda definição judicial sobre o edital de venda da SAF e depende de autorização do administrador judicial para movimentos financeiros de maior porte. A busca por reforços na defesa tem mobilizado a diretoria vascaína, que avalia opções no mercado para qualificar o setor defensivo.
No meio-campo, o perfil Palco do Esporte (@PalcoDoEsporte) publicou no X que o Vasco tem contrato com o Juventude só até o fim do ano, o que facilitaria uma eventual negociação sem custos de transferência. A leitura do Expresso98 é que Raí representa o tipo de oportunidade que o Vasco pode aproveitar sem comprometer o fluxo de caixa: jogador sem custo de transferência, em fim de contrato, numa posição carente do elenco. O perfil de negócio difere radicalmente dos zagueiros, que exigiriam desembolso imediato em moeda estrangeira.
A janela de transferências segue movimentada para o Vasco, que busca alternativas em diferentes posições do elenco. Os três nomes monitorados representam investimentos distintos: enquanto os zagueiros exigiriam desembolso significativo, o meia Raí poderia chegar sem custo de compra por estar em fim de contrato. O histórico recente sugere que a viabilidade das contratações pagas dependerá do andamento do processo de venda da SAF e da eventual autorização de novo financiamento, temas ainda em discussão na esfera judicial.
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