Vasco vence com um a menos, Gómez decide e diretoria detona árbitro no intervalo

Vasco vence com um a menos, Gómez decide e diretoria detona árbitro no intervalo

O Vasco venceu o Vitória por 1 a 0 no jogo de ida das quartas de final da Copa do Brasil, em São Januário, mesmo jogando com um jogador a menos desde os 18 minutos da etapa inicial. Andrés Gómez marcou o gol da vitória aos 14 minutos do segundo tempo. Com o resultado, o Vasco pode empatar no jogo de volta para garantir vaga na semifinal.

A expulsão de Barros aos 14 minutos do primeiro tempo marcou a partida. O volante foi pressionado por Renato Kayzer, errou a saída de bola e tocou com a mão para impedir o ataque do Vitória. Três minutos depois, após consulta ao VAR, o árbitro Matheus Delgado Candançan apresentou cartão vermelho. Barros era o último homem, e jogadores do Vitória pediram a expulsão imediatamente. Os vascaínos argumentaram que a bola bateu no braço de Kayzer antes do toque de Barros, o que de fato ocorreu, mas a arbitragem sinalizou jogada normal. Para o Expresso98, a sequência da jogada amplia o sentimento de injustiça: o toque de mão adversário que a arbitragem ignorou, seguido da expulsão que PC de Oliveira considerou exagerada, transformou um lance capital em polêmica dupla.

Em publicação no X, o perfil ge (@geglobo) informou que PC de Oliveira, comentarista de arbitragem do Grupo Globo, discordou da decisão. Para PC, o volante deveria ter recebido apenas cartão amarelo.

A diretoria do Vasco não aceitou a expulsão e reagiu no intervalo. O diretor de futebol Admar Lopes e o diretor técnico Felipe foram até o gramado para cobrar o árbitro Matheus Delgado Candançan, reclamando do toque de mão de Renato Kayzer antes da ação de Barros. Segundo o ge.globo, os dirigentes foram contidos por policiais que faziam a escolta da equipe de arbitragem. Bruno Lazaroni, auxiliar técnico permanente do Vasco, também participou das cobranças. A leitura do Expresso98 é que a cobrança pública no intervalo traduz frustração legítima com o lance que mudou o jogo, mas expõe a direção a desgaste desnecessário num momento em que o foco deveria estar na vantagem construída em campo.

O que o Expresso98 enxerga é um cenário de risco controlado: a vitória por 1 a 0 deixa o Vasco vivo, mas exige ao menos um empate fora de casa para avançar, e o time ocupa a 19ª posição no Brasileirão com 22 pontos em 23 jogos, registrando apenas dois empates e três derrotas nos últimos cinco jogos no geral. A vantagem mínima conquistada com um a menos equilibra o mérito da resistência com a necessidade de confirmar a classificação longe de São Januário.

Por Redação Expresso98 · Publicado em 26 de agosto de 2026

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